25 de Maio, 2016

O PODER DOS METAIS: SUA TOXIDADE

O PODER DOS METAIS: SUA TOXIDADE
- Dra. Rosangela Arnt -

De acordo com Carl Jung, pai da psicologia analítica, sincronicidade é uma “coincidência significativa”. Pois existe uma sincronicidade na matéria que permeia o planeta, a galáxia, nosso universo e tudo que está relacionado com esse campo unificado de energia, que os físicos da atualidade tanto estudam e tentam entender. O planeta Terra é feito de minerais, e nosso organismo humano também, portanto uma parte do mistério está descoberta. Minerais são matéria formada de átomos, como toda a matéria, e átomos são feitos de partículas, que são estruturas energéticas e que só existem porque vibram e oscilam, cada qual com sua frequência característica.

O núcleo terrestre é formado por ferro e níquel, em grande quantidade, dando o aspecto oscilacional para o planeta. A crosta terrestre tem grande quantidade de minerais, benéficos e maléficos para o ser humano, que estão sendo constantemente extraídos e modificados, levando a mudanças inclusive na ressonância terrestre. Mas, a manipulação comercial dos minerais causa a poluição do meio ambiente com metais que não deveriam estar em forma livre, pois na natureza há o equilíbrio desses minerais que se encontram compostos, geralmente por substâncias queladoras protetoras. Assim, todos nós estamos sujeitos à contaminação desses minerais das mais variadas maneiras, mas principalmente por água, por alimentos contaminados, e por vapores jogados na atmosfera.

Podemos considerar o ser humano como telúrico, pois tem na sua estrutura muitos dos minerais da Terra, alguns até nas concentrações semelhantes, exemplo fácil de lembrar é a dolomita, rocha que é composta por 2 moléculas de cálcio para 1 de magnésio; exatamente como no organismo humano, que tem 2:1 de cálcio e magnésio. É claro que essa rocha se formou com as calcificações dos ossos de dinossauros, da era Mezozóica, há 160 milhões de anos. Por isso somente a dolomita natural é válida como reposição, não a sintética.

A crosta terrestre é rica em oxigênio assim como o ser humano; a seguir vem o silício, que se agrega a outros minerais e forma os silicatos, correspondendo a 97% do volume da crosta. Mas o metal mais abundante é o alumínio, o que explica o fato de termos o nosso mundo moderno todo “aluminizado”. Em seguida, temos ferro, cálcio, magnésio, sódio e potássio. Ainda temos em menor quantidade, mas acessível à extração, os metais considerados tóxicos para o ser humano, além do alumínio, o níquel, mercúrio, arsênico, cádmio e chumbo.

Os metais têm alta tendência a doar elétrons e se oxidarem. São muito reativos e, ao serem absorvidos pelo ser humano, têm afinidades específicas por certos órgãos. Eles entram nas células e ocupam o lugar de minerais essenciais para o bom funcionamento das funções celulares, causando diversos problemas. Os tecidos mais ricos em gordura são os que mais recebem os metais, como forma do organismo de tentar neutralizá-los. Assim, cérebro, fígado, membrana celular, e adipócitos são os mais intoxicados. Como por exemplo, o alumínio prefere as células do cérebro, por isso está envolvido nos casos de demência tipo Alzheimer; o chumbo vai para os ossos, pois tem afinidade com tecidos ricos em cálcio, inclusive ocupando o seu lugar, mas também causa danos cerebrais. O arsênico se liga avidamente aos tecidos da pele, cabelo e unhas, e ainda rins e fígado. O mercúrio prefere tecidos moles, especialmente rins e Sistema Nervoso Central (SNC), e é antagonista do selênio, comprometendo ciclos enzimáticos. O cádmio afeta rins, pulmões, testículos, paredes arteriais, entre outros. O níquel inibe a SOD (superóxido dismutase – enzima antioxidante essencial celular), e está ligado a danos graves no fígado, alterações neurológicas, cardíacas e gastrointestinais. O mercúrio tem predileção pelo SNC, levando a alterações comportamentais, gengivas, neuropatia periférica, alterações renais graves e pulmonares.

A contaminação por metais pesados já é conhecida e aceita mundialmente. Pode ser aguda, especialmente em acidentes e principalmente em contaminação ligada ao trabalho, e pode ser crônica, esta mais comum e mais difícil de ser evidenciada.
As fontes de contaminação em geral são muito variadas, e o que se sugere aos pacientes é ter o máximo de cuidado com o ambiente em que vivem, e quanto aos alimentos e água que ingerem. O mais importante é harmonizar seu organismo para que fique bem equilibrado, assim os metais não conseguem manter-se no seu corpo, e o sistema detox natural estará sempre acionado e funcionante. O uso de Chlorella, como a da marca Kenbi, que é pura e tem o melhor controle de qualidade do mundo, é um suplemento alimentar importante. Uma alimentação saudável e adequada, água em abundância, preferencialmente alcalina, e oxigenação também adequada, são fundamentais para não se intoxicar novamente, depois da detoxificação.

Quando o paciente inicia um tratamento por qualquer queixa clínica, é fundamental desverminar e desintoxicar. A grande maioria dos pacientes apresenta algum tipo de intoxicação intracelular crônica subclínica. Na experiência clínica, o fato de desintoxicar o paciente já o faz melhorar muito em relação às queixas vagas e “estranhas” que ele apresenta. E pode evitar ou melhorar as doenças autoimunes e o câncer, que são entidades nosológicas relacionadas.

O uso endovenoso de EDTA e o uso de medicamentos alopáticos quelantes causam muitos efeitos colaterais e só se justificam nos casos agudos maciços ou com risco de morte iminente. Existem alguns métodos de desintoxicação ligados à biofísica quântica, como o uso de aparelhos emissores de frequência como os baseados nos estudos de Rife (Royal Raymond Rife), e os que usam a homeopatia, desde os kits com ampolas para inalação até os produtos homeopáticos em CH 30. Os banhos com hidrozonoterapia podem ajudar na desintoxicação. Mas, o mais simples, eficiente e que pode ser usado tanto para detoxificar quanto para evitar novas intoxicações, é o uso das essências vibracionais florais carreadoras de frequência, ou quânticas.

As essências vibracionais florais quânticas, conhecidas como moduladores e indutores frequenciais, são uma classe de produtos produzidos através de tecnologia de ponta, que em contato com organismos vivos, humanos, animais e mesmo plantas, é capaz de repassar informação frequencial através de ressonância.

Parece complicado, mas não é. É só entendermos que a ressonância é uma lei universal da física, que significa “um grande aumento da amplitude de uma oscilação sob a influência de impulsões regulares de igual frequência” (definição do dicionário Aurélio). Em outras palavras, um sistema com frequência estabelecida, recebe de fora um impulso com a mesma frequência, reconhece essa frequência e aumenta a amplitude da vibração. Assim funcionam os moduladores e indutores frequenciais, sendo transmissores de frequência (cujo conceito é o número de vibrações em uma unidade de tempo, medida em hertz, que indica oscilações por segundo).

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