26 de Novembro, 2015

DRGE: DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO

DRGE: DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO
Dr. Edomar Batista da Cunha

A Doença do Refluxo Gastroesofágico é uma das manifestações clínicas mais comum dentro das doenças que afetam o sistema digestório.

As estatísticas médicas apontam que cerca de 45 a 50% da população ocidental apresentam sintomas que podem estar relacionados com esta disfunção.

Dentre os principais sintomas correlacionados com a DRGE, destacam-se a pirose ou popular "azia", sensação de queimação desde o estômago estendendo-se pelo esôfago e sentindo até garganta e boca, muitas vezes acompanhado de um refluxo do conteúdo gástrico por todo este trajeto. Ainda pode-se manifestar por uma dor retroesternal que irradia-se para o pescoço ou por sensação de uma tosse irritante da garganta ou sensação de "engasgamento", náuseas, vômitos e ainda por afecções respiratórias de repetição, muitas vezes insuspeitas de ligação com um problema do sistema digestório.

Também o desgaste do esmalte dentário e o mau hálito podem estar associados a este quadro clínico. E segundo os especialistas, a DRGE pode ou não estar associada a hérnia de hiato. (I CB - DRGE,2000)

Como Nutricionista e Iridologista, tenho encontrado com muita frequência esta condição em minha prática de consultório, onde com o auxílio da Iridologia é muito fácil de encontrar indícios desta condição, o que, quando já não existe diagnóstico confirmado pelo médico, encaminho ao especialista apenas para a confirmação diagnóstica. E esta disfunção têm em muito afetado a qualidade de vida dos seus portadores, além de, se não tratada, poder evoluir para uma condição mais séria e perigosa, como o Esôfago de Barret e o adenocarcinoma esofágico.

Ainda lembro-me muito bem de um caso recente, quando no mês de julho de 2012, veio para meu curso de Iridologia Nível I uma aluna e já no primeiro dia de aula, sentando-se ela bem a frente, a primeira fila de cadeiras, quando encenei uma avaliação dos alunos que ali estavam, em sua íris, destacava-se uma acentuada alteração que dizia respeito a um quadro de DRGE. Então, ela confirmou através de seus sintomas e disse que já tinha muitos diagnósticos de confirmação. Disse ainda que era um problema que lhe afligia desde muito criança e que já havia sofrido tanto com esta situação, que durante um certo momento na vida, chegou a pedir a Deus para não mais viver.

Na medicina convencional são recomendadas algumas medidas comportamentais e tratamento medicamentoso. Dentre as recomendações comportamentais, destacam-se a elevação da cabeceira da cama em torno de 15 cm; a moderação no uso de alimentos gordurosos, cafeinados, bebidas gasosas, alcoólicas, etc.

Também é recomendado dormir somente após 2 horas das refeições, diminuir o volume das refeições, redução do fumo, emagrecer, se for o caso. Mas na prática, o que mais se vê é o tratamento medicamentoso com antiácidos e principalmente com os inibidores da bomba de prótons, da família "prazol".

Embora estas medidas tentem aliviar os sintomas, na verdade é reconhecido ser este mais um mal "crônico", tendo o paciente ter que "aprender a conviver" com ele por muitos anos, até desencadear em consequências mais graves ainda.

Dentro da Nutrição e principalmente dentro da Trofoterapia, que é ainda mais antiga do que a Nutrição, considerado a medicina de Hipócrates, resumida na célebre frase: "Que teu alimento seja teu remédio e que teu remédio seja teu alimento" podemos encontrar respostas bem mais satisfatórias. Principalmente valendo-se de algumas regrinhas, não só do "o que comer e do que não comer", do "quanto comer", mas também de "como comer", de "quando comer" e ainda de "como combinar os alimentos".

A prática destas orientações, com certeza vai trazer grandes resultados aos portadores deste mal que aflige a muitas pessoas.

A primeira regra a ser seguida pelos portadores da DRGE é a seguinte: "Aprender a beber os alimentos sólidos e a mastigar os líquidos". Ou seja, esta regra trata da mastigação.

Mastigar os alimentos sólidos até tornarem-se líquidos e embora não recomende muito alimentos líquidos, tais como sopas, cremes, mingaus, "vitaminas" ou batidas de frutas, mas se circunstancialmente tiver que usar, faça de conta que é um alimento sólido e portanto, insalive muito bem também cada porção ingerida. O paciente deve ser orientado a mastigar, mastigar e mastigar... Mastigar muito bem cada bocado de alimento levado à boca.

Segundo orientações do famoso médico Austríaco Dr. F. X. Mayr (1875-1965), o paciente deve disciplinar-se para mastigar 50 vezes cada bocado de alimento. Para isso, deve ao levar uma porção à boca, soltar os talheres ao lado do prato, tirar as mãos da mesa e pensar muito bem no que está fazendo. Esta regra é com certeza a mais importante a ser seguida por todos os portadores da DRGE e também por todos que querem não somente ter um sistema digestório saudável, mas uma saúde geral equilibrada.

Outra regra muito importante é: "Tomar líquidos somente até meia hora antes e duas horas após as refeições!" Nem água, nem chás, nem sucos, muito menos ainda refrigerantes e bebidas gasosas em geral.

Também outra regra importante a ser seguida: "Não misturar alimentos incompatíveis na mesma refeição, tais como líquidos com sólidos, doces com salgados (sobremesas), frutas com as refeições salgadas (exceto as oleaginosas: Abacate sem açúcar, Coco, e Oleaginosas em geral, como castanhas e nozes); também deve ser evitado o consumo de frutas ácidas junto com frutas doces e ainda cuidar com as frutas chamadas de monofágicas (Melancia, Melão e Uva), que devem ser ingeridas uma de cada vez, sem ter nem um outro alimento no estômago durante seu processo de digestão.

Ainda recomendo banir da dieta tudo o que tiver açúcar branco, café e cafeinados, como Chimarrão e outras bebidas xantinadas. Isto eu falo não como Nutricionista, pois a Nutrição não reconhece tais "combinações", mas falo como Trofoterapeuta e pela experiência diária de consultório. Experimentem todos e verão uma mudança em vossa qualidade de vida.

E a última regrinha: "Não deitar-se logo após a ingestão de alimentos". Embora o I Consenso Brasileiro sobre DRGE recomende deitar-se 2 horas após a última refeição, com base nos ensinamentos do Dr. Hiromi Shinya, famoso médico Japonês, em seu livro: A Dieta do Futuro, eu recomendo deitar para dormir somente 5 horas após a última refeição. Também vale a pena experimentar.

E associado a estas “regrinhas de alimentação”, recomendo o equilíbrio energéticos através dos Florais Quânticos.
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