15 de Setembro, 2016

A FÍSICA DA INFINITAS POSSIBILIDADES

A FÍSICA DA INFINITAS POSSIBILIDADES
Por Wilson Floriano da Silva Neto

A física quântica provoca a seguinte questão: “Como podemos continuar a ver o mundo externo como real se o Céu Anterior intangível é quem determina o Céu Manifestado como real?” Muito do que nós pressupomos a respeito do mundo, historicamente na maioria das vezes, seguramente não condiz com a verdade em decorrência dos paradigmas que nos aprisionam a conceitos pré-concebidos sem mesmo saber. Muitos paradigmas se tornaram ultrapassados pelo avanço da ciência como, por exemplo, o planeta Terra de quadrada passou a ser redonda, etc.

Acreditar somente naquilo que os olhos podem ver é o retrato do materialismo moderno ilusório maciço que sorrateiramente isenta as pessoas da necessidade de tornarem-se responsáveis. No entanto, está no plano superior mutável, inconstante e impermanente contido no universo da física quântica repassar discreta e silenciosamente, a responsabilidade para nossas mãos contra as ações de autoengano e passividade inerte. Segundo a sabedoria antiga: ”O verdadeiro truque da vida não está no saber, mas estar no não-saber”.

Por que temos o vício de continuamente recriar a mesma forma de agir diante dos mesmos problemas? Por que mesmo diante sucessivos insucessos na nossa forma de agir, ainda assim repetimos diariamente as mesmas ações? Por que insistimos em desconsiderar a hipótese de termos outras opções e potenciais reais? Esta conduta é o reflexo do ego possessivo que limita nosso espaço no mesmo relacionamento, empego, parceiro, etc. A mente abriga o ego e nos convence do medo que nos faz acreditar que somos incapazes de conseguiremos algo melhor.

A vida é um campo aberto de infinitas potencialidades existentes ao nosso redor e que a maioria das pessoas não tem conhecimento de sua existência. Isto se deve porque estamos condicionados a conceitos predeterminados para cada situação que surja no nosso dia-a-dia. Sendo assim, este condicionamento pré-concebido é controlado do ego dominador que nos faz acredita que o mundo externo dual – Céu Manifestado – é mais real que o mundo interno – Céu Anterior. A física quântica é um modelo de ciência no qual afirma que a morada das possibilidades está no subconsciente, embora a consciência tem de estar diretamente envolvida de tal modo que o que ocorre conosco internamente, irá ocorrer conosco externamente”.

Normalmente observamos o mundo superficialmente ou conforme as nossas experiências pessoais, em vez de observar como de fato ele é. Se deixarmos o hábito de julgar, passamos a ter uma visão ampla do universo e suas infinitas possibilidades ao nosso redor. Por exemplo, um bebê não sabe o sabor dos alimentos, mesmo assim aceita tudo o que seus pais lhe oferecem. Quando um indivíduo é capaz de identificar o sabor dos alimentos significa que só vai escolher o sabor dos alimentos que mais lhe agradar, ao reconhecer determinado sabor armazenado na memória.

Existe uma realidade física absolutamente sólida no qual se materializa ao colidir-se com outra parte da realidade física de mesma natureza sólida ou pode se materializar após se colidir com uma realidade imaterial, ou até mesmo se materializar após a colisão entre duas realidades imateriais. Ao contrário do que pensavam os filósofos do passado, em que afirmavam que se ao chutar uma pedra e machucar o dedo, correspondia a algo real. Porém, ao longo do tempo, a física quântica mostrou que isso não passa de uma experiência da mente que interpreta esta informação como real.

Experimentos científicos do cérebro de pessoas conectado à computadores e scanner mostram que quando visualizam determinados objetos é identificado regiões do cérebro sendo ativadas. O mesmo teste feito com os olhos fechados e imaginaram o mesmo objeto, exatamente as mesmas áreas do cérebro foram ativadas, como se estivessem vendo os objetos. Então os cientistas se perguntaram: “Quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos? A realidade é o que vemos com o cérebro ou com os olhos?” A verdade é que o cérebro não sabe a diferença entre o que vê no ambiente e o que se lembra, pois os mesmos neurônios são ativados. É possível que o mundo externo seja uma grande ilusão da qual o comodismo pode não fazermos sair para ver a verdadeira realidade.

Somos bombardeados por grande quantidade de informação que quando entram no corpo são processados pelos órgãos sensoriais, e a cada passo percorrido, partes da informação é eliminada até finalmente chegar à consciência o tipo e a quantidade de informação que a pessoa mais necessita. Atualmente estima-se que o cérebro processa 400 bilhões de bits de informação por segundo, porém só reconhecemos 2.000 bits. Significa que a realidade acontece no cérebro o tempo todo, porém não a integramos. O pensamento que subjuga padrões arraigados une a física quântica com a neurofisiologia tornando o cérebro receptivo a novos bits de informação ainda não integrados. É necessário analisar repetidamente as possibilidades e potenciais através do equilíbrio entre a razão e a experiência prática acumulada, para que o cérebro complete duas neuro-redes independentes e criar uma visão ampla, mencionado no I Ching como “luz na escuridão ou mente iluminada”. Os olhos são como lentes, porém quem de fato é responsável pela área visual é o córtex occipital, localizado na parte de trás do cérebro, pelo qual o cérebro imprime a habilidade de ver os objetos.

O cérebro não sabe distinguir o que acontece no meio externo do que acontece no meio interno, ou seja, não existe o “lá” independentemente do “aqui”. Situações perceptíveis no plano macroscópico é impreterivelmente iniciado no plano microscópico, e a física subatômica através de efeitos quânticos extraídos de grandes quantidades de energia num curto espaço-tempo (acelerador de partículas) capaz de condensar as partículas até se transformarem em matéria.

Arquétipos de Jung como sentimento, pensamento, percepção e intuição é estudada na física quântica. A matéria não é o que pensávamos ser. Antigamente, os cientistas enxergavam a matéria como algo estático e previsível. Mas com a descoberta das partículas de tamanho insignificante presentes nas moléculas e átomos, foram denominadas como partículas fundamentais. O resto é vácuo. Estas partículas aparecem e desaparecem a todo instante mostrando que não há distinção entre o passado e futuro. A pergunta é: “Para onde vão quando não estão aqui?” Há a hipótese de que as partículas vão para os universos alternativos.

Habitualmente, imagina-se o espaço como vazio e a matéria sólida. No entanto, a física comprovou que não há nada na matéria, pois ela é completamente insubstancial e que a maior parte do universo é constituído de vácuo. Imaginemos um átomo como uma bola sólida, onde há pouco tempo a ciência acreditava que havia um pontinho com matéria densa no centro cercado por uma nuvem de elétrons que apareciam e desapareciam. Mas esta teoria foi substituída tempos depois ao descobrir que até o núcleo, que se pensava ser tão denso, também aparecem e desaparecem assim como os elétrons.

Desta forma, a coisa mais sólida que pode dizer que existe nessa matéria desprovida de substância é mais como um pensamento, um bit de informação concentrada. Por assim dizer, os que faz as coisas não são mais as coisas, mas sim ideias, conceitos e informação; por isso, nunca tocamos em um objeto sequer. A explicação é simples: os elétrons criam uma carga que afasta os outros elétrons antes que se possa tocá-lo. Quando não é visível a olho nu, as partículas se comportam em forma de onda (ondas de possibilidades); quando visíveis se comportam como partículas (partículas de existência).

Na física quântica podemos avançar no tempo ao equilibrar o sistema de defesa do organismo contra possíveis doenças no futuro. Mas também permite voltar no tempo através da Terapia Vibracional Quântica ao realizar a recuperação da memória celular doente. No instante em que a célula em processo de degeneração é localizada pelos indutores e moduladores frequenciais florais, estes iniciam o ataque contra os agentes patogênicos por meio do campo informacional constituído de cópia da informação original saudável da célula podendo tanto regenerá-la quanto exterminá-la (para evitar replicação de novas células doentes).

No momento em que a onda é observada, se comporta como partículas de existência por estar em apenas uma das possíveis posições, chamado na física quântica de superposição. Quando não é visível a olho nu, as partículas se comportam em forma de onda (ou ondas de possibilidades) se espalhando por dois ou mais lugares simultaneamente. Os elétrons e o núcleo do átomo aparecem e desaparecem no Tempo (T), de tal modo que a onda está em dois lugares co-posicionados no espaço-tempo como um emaranhado.

Um dos pilares da física quântica é que a superposição implica numa partícula podendo estar em dois ou mais lugares ao mesmo tempo, possibilitando ao mundo várias formas de realidade em potencial no qual a dor, pensamentos, sentimento, percepção e intuição que orientam a direção pelo qual as partículas devem seguir; assim como a prescrição de cada indutor e modulador frequencial floral determinará quais células doentes serão regeneradas ou exterminadas.

O conceito principal da física quântica é poder estar em vários lugares ao mesmo tempo é o mesmo que experimentar infinitas possibilidades, até elas se convergirem em apenas uma no instante em que a sentimos ou visualizamos. A questão é: o quão é capaz de aprofundar seus conhecimentos? Como um objeto pode ter dois estados ao mesmo tempo? Diversos laboratórios do EUA comprovam este fenômeno por meio da microscopia eletrônica.

É preciso compreender que os pensamentos contribuem para a tomada de decisões no quais interferem direta ou indiretamente nos eventos que surgem em nosso caminho. Matéria como cadeira, mesa, tapete e etc., não são nada além de possíveis movimentos da consciência, em que se escolhe momentos nesses movimentos para manifestação da experiência atual. Embora seja um conceito que para muitos seja radical, o mundo nunca existe independentemente das minhas ações na existência. Tanto que após a descoberta da física quântica, o cientista Heisenberg disse: “Os átomos não são objetos, são apenas tendências”.

O pesquisador Masaru Emoto desenvolveu um estudo sobre a estrutura molecular da água e o que a afeta. Sendo a água o mais receptivo dos quatro elementos, Emoto pensou que ela poderia responder a eventos não físicos. Então realizou vários estudos onde aplicou estímulos mentais e os fotografou com um microscópio de câmera escura. Ao final o Sr Emoto concluiu que o pensamento ou intenção foram capazes de realinhar a estrutura molecular da água ao mentalizar a palavra amor, obrigado, música clássica e água benzida por um zen-budista. Até o momento a ciência anda não sabe como isto afeta as moléculas da água. É fascinante se pensarmos que nosso corpo é composto de 90% de água, ou seja, se pensarmos fazem isto com a água, imagine o que podem fazer conosco.

Infelizmente, muitas pessoas não afetam a própria realidade de forma consistente simplesmente porque não acreditam que possam. Por exemplo, escrever uma intenção e depois apagar, por achar que é bobagem. Isto geralmente ocorre quando surge apenas uma névoa de pensamento positivo sobre uma enorme massa de pensamento negativo, tornando assim o pensamento positivo apenas um disfarce diante o pensamento negativo enraizado.

No mundo de infinitas possibilidades demonstrados pela física quântica, há um mundo microscópico das células, dos átomos, do núcleo onde cada um possui sua própria linguagem, sua própria matemática. Embora sejam pequenos, cada um carrega particularidades próprias agindo em diferentes níveis sendo indubitavelmente complementares entre si, já que o organismo é todo um integrado só que em diferentes níveis. O nível mais profundo descoberto pela ciência e filosofia, é a verdade fundamental da unidade localizado no nível subnuclear mais profundo da nossa realidade, onde todos nós somos apenas um. Por exemplo, apenas um pensamento para o membro ficar ereto sem haver influência do mundo externo, e sim o que está dentro da cabeça do indivíduo.
Quando o cérebro projeta os pensamentos ocorre impulsos elétricos provocando uma tempestade elétrica, conhecida como sinapses. As sinapses são como raios formados entre o Céu e a Terra; e esses impulsos elétricos se movendo através de raios trafegam entre neurônios, fazendo do cérebro uma tempestade elétrica no instante em que está formado um pensamento coerente.
Este fenômeno é comprovado pela física neural pelo qual é visualizado uma tempestade elétrica em diferentes quadrantes do cérebro correspondentes a determinadas regiões do corpo ou a reações como, uma imagem holográfica, ira, assassinato, ódio, compaixão, amor, entre outros. O cérebro não sabe a diferença entre o que vê no ambiente e do que se lembra, pois acessa a mesma rede neural.

O cérebro é feito de pequenas células nervosas chamadas de neurônios. Eles possuem ramificações para se conectarem e formarem uma rede neural, onde cada área está integrada a um pensamento ou memória. O cérebro é capaz de criar conceitos através de memórias associativas, por exemplo, ideias, pensamentos, sentimentos são construídos e interconectados nessa rede neural e todos têm uma possível relação uns com os outros.

O conceito do sentimento do amor, por exemplo, está aguardando nesta vasta rede neural mediante a construção do conceito do amor que pode ser criado a partir de muitas outras ideias diferentes. Outra situação é observada em pessoas que têm o conceito do amor ligado ao despontamento, então quando pensam em amor, logo remetem ao experimento da dor, mágoa, raiva e até ira. A raiva pode estar ligada a uma pessoa específica que remete a conexão do amor. Ao criarmos conceitos pré-concebidos do mundo exterior, mais torna-se arraigado este modelo provocado pela história imaginária adotada pelo indivíduo, que por sinal, vai defender sua ideia até as últimas consequências como demonstração de controle sobre si mesmo e dos outros. Qualquer informação que processamos e absorvemos do ambiente, antes, é sempre confirmada pelas experiências que tivemos e por uma resposta acerca do que estamos absorvendo.

Cérebro
O cérebro é quem está no comando quando controlamos e respondemos as nossas emoções. Sabemos fisiologicamente que as células nervosas que se ativam juntas permanecem conectadas. Se praticar os mesmos pensamentos e ações como raiva, frustração, se fazer de vítima, essas células terão um relacionamento longo em que estarão se reconectando e reintegrando a rede neural constantemente, e como resposta essa rede neural terá um relacionamento duradouro com todas as outras células, dando origem ao que chamamos de identidade.

Também já é de conhecimento da física quântica que as células nervosas que não se ativam juntas, não se conectam mais, ou seja, elas perdem seu longo relacionamento, pois sempre que interrompemos um processo de pensamento que produz uma resposta química no corpo, as células nervosas que estavam ligadas começam a quebrar o seu relacionamento. Quando se inicia essa interrupção observa-se respostas não estimuladas por uma reação automática, mas sim pelo efeito que essa interrupção produz ao lançar mão da impulsividade para lograr o estado de harmonia entre o corpo e a mente através da lucidez e consciência, que passa a responder ao seu ambiente como se fosse algo automático.

Absolutamente não quer dizer que as emoções são boas ou ruins, elas servem de códigos para reforçar quimicamente algo na nossa memória. Assim, toda emoção é uma impressão holográfica química conhecida como a “farmácia mais sofisticada do mundo”.

Hipotálamo
O hipotálamo é uma pequena fábrica localizada no cérebro. Esta fabrica reúne determinados materiais químicos que se combinam com certas emoções. Alguns materiais são chamados de peptídeos, pequenas cadeias de aminoácidos. O corpo é uma unidade de carbono que produz cerca de 20 diferentes aminoácidos para formular sua estrutura física. O corpo é uma máquina de produzir proteínas.

As pequenas cadeias de proteínas chamadas de peptídeos localizados no hipotálamo associado a neuropeptídios ou hormônios neurais se combinarão com os estados emocionais que vivenciamos diariamente. Existem materiais químicos para dor, para raiva, para tristeza, para vitimização, para o desejo, e todos os estados emocionais pelos quais todos os seres humanos passam. No instante que sentimos um estado emocional, o hipotálamo imediatamente combinará o peptídeo e o liberará através da pituitária diretamente na corrente sanguínea; e no momento que atinge a corrente sanguínea, os peptídeos acham seu caminho para diferentes partes do corpo. A somatização no corpo físico se dá pela combinação da vibração dos peptídeos com a vibração dos fosfolipídios na membrana plasmática, que chamamos de memória celular.

Todas as células do corpo possuem fosfolipídios, também chamados de receptores externos. Uma célula pode ter milhares de receptores que servem apenas para receber informações. A ligação do peptídeo na membrana plasmática é o envio de um sinal para a célula como se uma chave entrasse na fechadura. Um receptor que está ligado a um peptídeo transforma a célula de várias maneiras. Quando a membrana plasmática é dessensibilizada significa que sua permeabilidade foi alterada, permitindo aos peptídeos que disparem uma cascata de eventos bioquímicos que podem até alterar o núcleo da célula.

Cada célula tem uma memória, cada memória tem uma consciência, cada consciência tem uma especificidade do ponto de vista de que cada célula há sempre uma perspectiva associada com as emoções, seja ela qual for; em outras palavras, a célula é a menor unidade de consciência do corpo. Por exemplo, na sensação da fome a célula interpreta que a comida está por vir, e interrompe o sinal da fome no instante em que a saciedade é contemplada.

Nos comportamentos compulsivos o indivíduo deseja satisfazer as necessidades bioquímicas das células do corpo, sendo comum em situações de vitimização, carência afetiva, carência de valorização e autoengano. Deste modo, um viciado sempre precisará de um pouco mais para contemplar sua necessidade química como, por exemplo: “Não me diga para ficar calma!”, “Isso sempre acontece comigo! ”, “Eu sabia que isso ia acontecer! ”, “Você não vai me sacanear”. Se a pessoa não consegue controlar seu estado emocional, significa que está viciado a ele.

Na fase adulta geralmente conduzimos nossas emoções remoendo o passado para vivermos no presente e desligando-nos emocionalmente do presente para reviver o passado, assim, o indivíduo se baseia em pensamentos fragmentados, em vez de funcionar como um todo integrado. Se bombardearmos a célula com a mesma atitude e química repetidamente, esta célula vai se dividir produzindo uma célula-filha. A célula-filha passa a conter a mesma informação da célula-mãe, isto é, a cópia idêntica que continuará tendo mais receptores com afinidade para aqueles peptídeos neurais em particular, e menos receptores com afinidade às vitaminas, minerais, oligoelementos, nutrientes, além de menos receptores para a liberação de dejetos e toxinas.

O envelhecimento das células é resultado da produção inapropriada de proteínas podendo causar perda da proteína colágeno ou perda da elasticidade da pele, as enzimas podem perder a capacidade de realizar pontes químicas fazendo com que o indivíduo consiga digerir os alimentos adequadamente (intoxicação por acúmulo dos radicais livres), líquido sinovial com baixo teor de nutrientes pode causar a perda de massa e deformação óssea. Por esse motivo, é imprescindível ter uma boa alimentação, pois a nutrição compensa as células que não possuem receptores após décadas massacre de abuso emocional contribuindo para que as células recebam e absorvam os nutrientes necessários para a saúde.

Por assim dizer, a correção dos processos bioquímicos do corpo está intrinsecamente relacionado a uma mudança em direção a um novo paradigma rumo a expansão de possibilidades no universo que vai contra o modelo de confinamento emocional estático. A infinitude do cosmo é sempre maior do que imaginamos que seja, quer dizer que não devemos ter uma imagem sobre coisa e pessoas baseados nas nossas experiências vividas anteriormente.

A Lei da Naturalidade não conjectura pessoa a cor, lugares a sentimentos ou passado ao futuro. Devemos nos desligar emocionalmente para compreendermos a verdadeira perspectiva dos fatos com ele é, em vez de como gostaríamos que fosse. É não associar pessoas e lugar com coisas, tempo e eventos através do pensamento racional, e assim, deixar de existir nos centros associativos do cérebro (ego) que insiste em reafirmar nossa identidade e personalidade.

Muitas pessoas que julgam suas vidas entediantes, na verdade expressam um reflexo da sociedade que valoriza excessos de movimentos criados por padrões inventados, denominado paradigma.
Consequentemente, as pessoas são induzidas a buscar reconhecimento dos outros como forma de afirmar a si mesmas que são bem-sucedidas. Quando isto acontece ocorre exatamente o contrário, as pessoas perdem a oportunidade de ingressar na profissão que mais lhe agradam, relacionamentos que não fazem sentido, tornam-se produtivas para justificar seus salários e a aquisição material não contempla a insatisfação com a própria vida com a percepção de que estão tendo um colapso nervoso. Mas na verdade são os velhos conceitos de conjecturar as coisas é que interrompem o processo da ascensão.

Esta reação em cadeia é reflexo da própria permissividade hipnótica do seu ambiente, pela mídia, pela televisão, por padrões sociais inventados que todo lutam em imitar, embora a maioria não consegue alcançar o status sócia ou a aparência física definida como beleza. Os critérios da sociedade nada mais são que ilusões pelas quais as pessoas se rendem a ponto de se limitarem a viver a vida outro por estarem insatisfeitas com a sua própria vida, no qual dificulta a chance de mudança e alcançar a liberdade ao descobrir o propósito na vida e o verdadeiro sentido da vitória.
Por fim, a física quântica invade em um território completamente novo no cérebro no qual começamos a conectar o cérebro como uma unidade, para então reconectarmos a um novo conceito culminando numa transformação de dentro para fora, ou seja, mudar velhos vícios, hábitos e costumes adquiridos para mudar o que estou quimicamente apegado, já que pessoas, lugares, eventos e o tempo estão combinados quimicamente, no qual incorrerá em perda química no organismo. Mudar minhas ideias para mudar minhas escolhas; mudar minhas escolhas para mudar minha vida. A melhor forma de estar bem consigo mesmo é estar bem com a sua mente.

O autor:
Wilson Neto
Fisioterapia, Acupuntura, Magnetoterapia, Biomagnetismo, Suplementos minerais – Oligoelementos, Fitoterapia, Indutores e Moduladores Frequenciais Florais.
doutorneto.blogspot.com
11 99729-2662
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